... depois de assistir procurando forrester...
Derrepente eu quero escrever, não só porque tenho medo de esquecer, mas porque abri em paginas brancas hoje.
Já mal posso ver o que me rodeia, e não quero ter de explicar tanto para os que estão lá fora
Acabo por me tomar conta da palavra 'embora'.
Embora irei, embora tudo irá.
Mas não quero escrever pra acabar falando sobre 'tinha' .
Tinha...
Pode se dizer que tinha é uma constituida vaga para vagões, que embora constituidos, são vagos e obscuros.
Não quero falar sobre tinha, para acabar desencadeando apenas aquela moral que estava presa por grades de palha, aquela moral que surge em um por fim, sabe?
Aquela que embora não queira dizer, você acaba por dizer;
- É! Tinha que, . ...
Ou;
- Tinha tudo para, ...
Maas,...
Enfim...
Mas pra que isto então seja um raro feito e não um fraco efeito, posso propor misturar tinha com tinta.
Afinal, pra quem não queria escrever sobre tinha, já escrevi bastante.
Mas é porque tinha tinta.
Tinha tinta.
Tinha tinta.
Estou vendo agora com que linha andou os vagões da letra e a tinta da pele pintadas pelo sol.
Perguntando em tinta;
- porque a pele repele a sí mesma?
- repele a mim então?
..
( pagina virada, é bem mais que devoração. Que tinta havia na outra página? )
- E se do coração for virada a página? E se for virada?
Ouvirei foguetes?
Mas se de coração for virada, e de verdade for virada, a decoração e a devoração ao que já era se torna mera coinscidência, onde a incidência dos fatos identifica a melhor lembrança, aquela que ainda viva, recolhe o que há de melhor naquele último solar transformado em sombra e sangue.
Afinal de contas, isto não tinha que ser, mas deve ser.
Esclarecido!
E eu então me pergunto;
- isto é pra já?
Sem ti.
Senti.
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