Preso num globo.
Girando dentro de um carrossel
O globo gira ao direito do homem.
E o cavalo do carro a esquerda do céu.
Enquanto o chão de baixo dos pés é intacto e imóvel, é o giro que dá um frio na barriga.
E toda vez que o globo necessita conversar com céu carregado de nuvens.
Dá-me respostas dizendo-me para deixar de ser réu.
Quebrar o globo carregado de fuligens.
E descer movimentando-me do carrossel.
Mesmo enquanto o chão de baixo dos pés continua imóvel.
E a fuga, da um frio na espinha.