Tenda_ Ante.: Coito.
Tenda_ Ante.
........
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Coito.
(Oitavo andar)
Na melodia a dias a rota cruzava, Nem medos nem polônios, nem a santa nem o gago. -Aqui jaz um desconhecido, falava a planta. Onde a planta nasceu te entregou a morte o soberano. Forte e amigo entre os montes. Os ventos te trouxeram de novo em um pano, branco, limpo, E sujo de sangue. Neste mundo escondido. Já nem era mais um homem. Já nem era mais um nome. Já nem era um inimigo. Já não estava escondido. Era agora de um mundo conhecido. Um castigo teve a dama. Um perigo teve a fome. E a vontade de comer. E as vertentes criaram a imagem. As correntes criaram a imagem. A clonagem trouxe o tempo.
E do vento ele nasceu.
Junto carretas e coleiras, carontes e abelhas a assumir o seu trabalho.
E onde esteve o tal de Anjo? Onde esteve? Onde esteve a super-nova? Onde esteve? Ao norte do subúrbio, lá no forte de saturno? No noturno quadrilátero? O interno e o imundo? Lá pra onde a onça corre? Bem distante de um mundo seria marte arte? Ou seria parte o todo? E teria arte em marte! E seria novo mundo! E nesse mundo? Quem desfaz os nos, e semeia a própria vida? Cabe ao pouco que nem somos, Tornar o pouco todo o mundo? Um castigo teria um animal que salva seus olhos?
E luta que outros vejam, para a vida não ver sosinho? Parte sim, em poucas partes!
Pois é um caminho! Parte sim, pois nasce e parte!
POis é um caminho. Parte sim,. Pois cabe a parte que nos cabe. Partir algo, ou partir pra algum lugar. Ou talvez, pra lugar algum.
E mesmo assim, seria um caminho que se cruza.
E faz nascer um novo desconhecido.
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial